Blog de pocost
 



Escrito por pocost às 18h22
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Carta Aberta à sociedade paraibana: Preocupações patrimoniais na Paraíba.

Fernando Luiz Araújo da Costa¹

Recebi na tarde de ontem a edição número 65/set-2011 do Boletim Informativo da Sociedade Paraibana de Arqueologia - SPA, como sempre recebo mensalmente. Mas nesta referida me chama atenção mais uma vez a questão da atual conjuntura em que se encontra o patrimônio urbano de Campina Grande, quando os professores Vanderley de Brito e Thomas Bruno, registraram a demolição do Prédio da Fábrica Caranguejo.

Trago a baila a questão, pois como a mesma dedicação e empenho o Departamento de História Prof. Juarez Filgueiras de Góis - DHPJFG da Fundação Cultural Casarão Ibiapinópolis - FCCI, de quem a SPA é parceira, tem em relação à preservação, conservação e educação ao patrimônio arquitetônico de Soledade, que também vem sofrendo a mesma degradação irresponsável, sem que seja analisada por órgãos competentes e cito: Ministério Público - MP e ou Instituto do Patrimônio Histórico da Paraíba – IPHAEP.

Faz-se mister levar em consideração o empenho de instituições como a SPA, IHGCP, FCCI, Universidades e tantas outras que debatem, divulgam e se preocupam com a preservação deste patrimônio, pois, em todas as nossas denúncias, apelos e empenhos, não vacilamos em consultar e visitar estes órgãos competentes acima citados. Já não basta ver ir ao chão: casarões, fábricas, galpões e tantas “relíquias” da arquitetura paraibana em tão pouco tempo?

Unamo-nos Senhores, paraibanos, professores, estudantes, pesquisadores. Unamos nossas instituições: UFPB, UEPB, IPHAEP, IHGC, IHGCP, FCCI, MP, Curadoria do Patrimônio e todas as instituições que velam pela história local e regional de nosso estado. Tentemos criar um fórum que congregue esta luta e questão. Cheguemos a um consenso e resolvamos de vez tal situação. Penso numa frase do Monsenhor Virgínio Stanislau Afonso “...Aqui se compreende, que um povo sem história é um povo anônimo, como o indivíduo que perdeu as mais ricas lembranças da vida” (1968). Entremos na luta de tantos outros que no passado deram início a esta preservação como o escritor jornalista Inocêncio Nóbrega Filho, prof. Balduíno Lelis, prof. Carlos Alberto Azevedo, prof. Josemir Camilo e tantos outros pioneiros e atuais no registro e na preocupação pela micro história da Paraíba.

Peçamos que estes que nos ajudem e que nos escrevam, que nos oriente nessa empreitada quase que sem fim. Não tenhamos medo de trilhar caminhos já trilhados por estes tantos nomes no passado recentíssimo de nossa história e que não sejamos iludidos com a lábia de alguns que tentam justificar mais destruições. Evitemos com isso que outros edifícios que fazem parte da vida histórica do nosso estado venham ao chão.

Será que esta luta pode ser chamada e defendida por idealistas e neo-historiadores? Que não conhecemos nosso passado? Que esta causa é perdida? Os historiadores do futuro dirão se isto está fadado à efemeridade e que por isso se justifique mais demolições.

Publique-se! Faça-se ler! Comente! Opine! Não se cale diante disto!

João Pessoa, 25 de outubro de 2011.

Sitio da SPA do boletim 65/ set-2011 http://mhn.uepb.edu.br/Boletins/Boletim_65_SET_2011.pdf



Escrito por pocost às 16h45
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Escrito por pocost às 11h16
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ESTADO DA PARAÍBA

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA

GABINETE DO DEPUTADO ESTADUAL FREI ANASTÁCIO – PT

Assessoria de Imprensa: assessoria@freianastacio.com.br – 083-3214-4522/9151-6000www.freianastacio.com.br

19.10.2011

 

Assembléia Legislativa realiza sessão especial, nesta quinta, para discutir implantação de universidade em Soledade

 

Cerca de 500 pessoas das regiões do Cariri, Seridó e Curimataú estão sendo esperadas para a Sessão Especial que a Assembléia Legislativa irá realizar nesta quinta-feira (20), às 14h30, objetivando discutir a implantação de um Campus Universitário em Soledade. A propositura é do deputado estadual Frei Anastácio (PT), atendendo a solicitação de estudantes, professores e entidades do município de Soledade.

         Freia Anastácio disse que essa reivindicação é justa, uma vez que o campus irá beneficiar o povo do Cariri, Seridó e Curimataú paraibano. O parlamentar informou que já existe até a garantia de uma emenda do deputado federal Luiz Couto destinando recursos para a implantação do campus.

Segundo Frei Anastácio, o debate sobre a implantação do campus em Soledade, é uma reivindicação da União Municipal dos Estudantes Secundaristas e de vários segmentos sociais daquele município. “Eles contam que a falta de um campus naquele município, obriga centenas de estudantes a se deslocarem, com dificuldade diariamente, para outras cidades com instituições de ensino superior”, disse o deputado.

Frei Anastácio explica que associado às distâncias, a reivindicação encontra seu reforço, nas despesas do erário municipal. “Este dado é importante, pois, além de reduzir gastos com o transporte escolar vai evitar constrangimento para o segmento estudantil que depende do transporte”, destacou.

O parlamentar disse que o plano de expansão e interiorização da Educação Superior, promovida pelo Governo Federal, vem garantindo acesso à formação superior a milhares de jovens do nosso País. “Dessa forma solicitamos a realização do debate para que os segmentos envolvidos possam expressar e dividir com o Poder Legislativo, o desejo de verem sua região sintonizada e em defesa do acesso e possibilidades de educação superior de seus cidadãos e cidadãs”, destacou o Frei.



Escrito por pocost às 11h13
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A luta pelo conhecimento é infinita

Fernando Luiz Araújo da Costa - Acadêmico de História da UFPB

Senhor Presidente, senhoras Deputadas, senhores Deputados, senhores prefeitos, vice-prefeitos, secretários de educação, Vereadores, militantes estudantis, caros amigos conterrâneos, povo caririzeiro.

Assistir  o cotidiano de centenas de paraibanos que trilham os caminhos do saber nesta terra, tem despertado cada vez mais o interesse da luta estudantil em questionar situações adversas, contrangedoras e muitas vezes humilhantes e desumanas.

Cotidiano este marcado pelas distâncias entre o aluno, particularmente o universitário, e a instituição de ensino, a universidade. Distâncias preenchidas pelos municípios que em “migalhas”, retiram dos cofres “o que tem pra hoje”: ônibus precários, locados às edilidades, carros em muitas situações sem a menor segurança, sem o menor conforto.

Alunos estes que por falta de “um apenas poder estudar”, já passam de quatro a oito horas de seu dia trabalhando e no turno em que folga , tenta estudar em uma universidade pública, pois o que ganha, não sustenta nem suas xerox, nem o lanche diário, nem mesmo ou quase nunca uma inscrição num congresso.

Universidades tais que por serem públicas ainda não atingem a todos, se analisarmos o atual mapa da paraíba vemos que: A UFPB é uma instituição brejeira e litorânea, a UFCG é da Borborema e Alto Sertão, a UEPB atinge o sul e o norte do Cariri. Mas todos pensamos que todo o estado é contemplado, enquanto que municípios distantes desses centros acadêmicos, localizados no centro do estado, penam para enviar seus estudantes, passam dificuldades, sofrem com alguns que temem as intempéries da noite e a violência. E outros que não tem como se deslocar, por simples falta de um transporte.

Essa luta se intensificou, meus senhores, quando alguns estudantes se indignaram quando as adversidades foram maiores que o instinto humano de busca do conhecimento, quando as prefeituras não podiam mais enviar os transportes ou ameaçavam corta-los e quando nada mais poderiamos fazer, ouvimos a voz do poeta “quando tudo está perdido, sempre existe um caminho” (Renato Russo) fomos para as redes sociais e neste espaço infinito, damos inicio a luta pela implantação de um campus na região de Soledade. Em poucas semanas atingiamos o nível de fazer uma sessão especial na Câmara de Vereadores daquela cidade e levamos a Magnífica Reitora da UEPB Senhora Marlene Alves, o vice-Governador Rômulo Gouveia e algumas autoridades políticas da região, mostrando assim nossa necessidade, estabelecendo metas e ampliando laços.

Sentimos a necessidade de trazer para a causa os municipios vizinhos, realizamos outra sessão especial com os prefeitos e vereadores da região, traçando assim metas mais audaciosas. Peregrinamos por esta casa em todos os gabinetes abertos, pedindo a realização desta sessão, que tão gentilmente foi solicitada pelo amigo Frei Anastácio.

Nesta tarde de hoje meus amigos estudantes, nos reunimos nesta casa do Grande Epitácio Pessoa, para trazer aos ouvidos dos que representam este estado, nossa luta, nossa vontade, nossa união em tornar possivel este sonho de estudar mais perto de casa, não por comodismo, mas por segurança, por acessibilidade, por um ensino mais rentável pedagógicamente, por tentar desafogar o erário municipal e por acreditar que é possivel descentralizar o ensino superior na Paraíba.

É por esta razão senhores deputados, que congregamos treze cidades que ficam às margens da BR- 230, ou cercadas por esta, que não tem mais condições de enviar à Campina Grande levas de ônibus, tendo em vista que a crescente elevação de aprovados, faz do sistema de transporte estudantil uma “ bola de neve”, que a cada ano  aumanta consideravelmente. É preciso parar e repensar, por isso somos racionais, é preciso temer o erro e botar a cara a tapa, reconhecer o inadiável e legitimar a vontade do povo que clama por melhorias em todos os setores.

Parafraseando o grande Senador da Redemocratização Teotônio Vilela, vos digo meus senhores, “que promovam a rebelião das consciências” antes que venha a rebelião das urnas. Ouçamos os clamores desta classe estudantil. Reconheçamos nela o futuro de uma nação desenvolvida e eleveda em todos os sentidos, principalmente nos valores humanos que o meio acadêmico amplamente defende.

Agradeço aos senhores, agradeço aos estudantes vigorosos em lutar sempre na história deste Brasil, agradeço a comissão pro-campus que não mediu esforços de peregrinar pelo cariri, entrego nas vossas mãos senhores deputados, o encargo de fazer valer esta sessão, de aprovarmos o aumento do orçamento da UEPB para esta atingir o todo o Cariri.

Que nossas vozes não se calem, que os senhores sejam testemunhas da história por esta luz que nos alumia. Obrigado e vamos a luta!

 

 



Escrito por pocost às 11h11
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ESTADO DA PARAÍBA

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA

GABINETE DO DEPUTADO ESTADUAL FREI ANASTÁCIO – PT

Assessoria de Imprensa: assessoria@freianastacio.com.br – 083-3214-4522/9151-6000www.freianastacio.com.br

 

Sessão Especial define criação de

Fórum em defesa de universidade em Soledade

20.10.2011

A criação de um fórum composto por prefeitos e vereadores do Cariri, Curimataú e Seridó, representantes dos estudantes, deputados e entidades civis organizadas foi uma das propostas da sessão especial realizada nesta quinta-feira (20), na Assembléia Legislativa, para discutir a implantação de um Campus da UEPB na cidade de Soledade. A proposta da sessão foi do deputado estadual Frei Anastácio (PT).

Participaram da sessão, estudantes secundaristas e universitários, empresários, todos os vereadores de Soledade e São Vicente do Seridó, o prefeito de Soledade, José Bento e o ex- prefeito, José Ivanildo, o prefeito de Cubati, Dimas Pereira e representantes de entidades civis organizadas, que lotaram o plenário e as galerias da Assembléia Legislativa. Além de Frei Anastácio, participaram da sessão os deputados Guilherme Almeida (PSC) e Olenka Maranhão (PMDB).Os três parlamentares se comprometeram a apresentar emendas ao orçamento de 2012,referente a 0,23%, para que o campus seja implantado.

Segundo Frei Anastácio, a criação do Campus da UEPB, em Soledade, como em qualquer outra cidade, se dará através de Decreto do Governador do Estado e o estabelecimento de dotação orçamentária.

“Como primeira ação desse fórum, que terá a participação da Assembléia Legislativa, vamos solicitar uma audiência com o governador do estado e a reitora da UEPB, Marlene Alves, para discutir o assunto. Depois da audiência, o fórum se reunirá novamente para tomar novas posições e encaminhamentos”, disse Frei Anastácio, acrescentando que, ao lado dos deputados do PT, está disposto a levar o assunto ao Ministério da Educação e ao Governo Federal. O prefeito José Bento, sugeriu que cada município realize sessão especial para debater o assunto e manter o povo mobilizado em torno do assunto.

Frei Anastácio destaca que um campus universitário, em Soledade irá beneficiar mais de 70 mil habitantes das regiões do Cariri, Seridó e Curimataú e seus municípios: Olivedos, Cubatí, Pedra Lavrada, São Vicente do Seridó, Juazeirinho, Assunção, Junco do Seridó, Tenório, Santo André, Gurjão, Boa Vista e Pocinhos, além de cidades de outros estados vizinhos.

Frei Anastácio ficou otimista com o resultado da sessão. Segundo ele, mais de 70 mil pessoas estão unidas e já cotam com total apoio da reitora da UEPB, Marlene Alves Sousa Luna. “Esperamos que o governador do estado também apóie  essa aspiração do povo do Cariri,Curimataú e Seridó”,apelou o petista.



Escrito por pocost às 11h10
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Legislativo entra na luta pela UEPB em Soledade


O Poder Legislativo da Paraíba entrou na luta pela implantação de um Campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) na cidade de Soledade, segundo garantiu o deputado Frei Anastácio (PT), ao abrir a sessão especial que discutiu o assunto, realizada na tarde desta quinta-feira (20.10), no plenário da Assembleia Legislativa. Na ocasião, foi lida uma mensagem do presidente da Casa de Epitácio Pessoa, o deputado Ricardo Marcelo (PSDB), hipotecando apoio a luta em prol do Centro de Ensino Superior em Soledade.

O deputado Frei Anastácio, que propôs a realização da sessão especial, evocou Paulo Freire, recorrendo à seguinte citação feita pelo educador – “Não podemos apenas criar magníficos projetos, devemos sim colocá-los em funcionamento na realidade onde vivemos” – para justificar o seu engajamento na luta iniciadas pelos estudantes da região polarizada por Soledade. 

O parlamentar informou, durante seu discurso, que foi procurado por estudantes do município de Soledade reivindicando um debate sobre a instalação de Campus e Pólo universitário para Soledade. “Estes estudantes traziam o desejo de dezenas de acadêmicos que, anualmente, lutam para ingressarem na Universidade e concluírem um curso superior”, comentou. 

A implantação do Campus em Seledade representa um sonho de uma região, segundo declarou o prefeito do Município, José Bento, que falou em nome de colegas de vários municípios circunvizinhos, a exemplo de Dimas Pereira, prefeito de Cubati, presente ao evento. José Bento usou a Tribuna da Assembleia para informar que a Prefeitura vai disponibilizar um terreno para a construção de um Campus no município, realidade que, segundo o prefeito, vai beneficiar os municípios das regiões do Cariri Oriental, Seridó e Curimataú paraibano. “Isso não é um pleito de apenas uma cidade, é uma luta de uma região que almeja conhecimento,”, assegurou. 

O estudante, professor e historiador Fernando Luiz da Costa, ao falar em nome da sociedade acadêmica da região, disse que a luta em questão representa “um basta” ao sofrimento enfrentado por uma legião de estudantes, que diuturnamente enfrenta todo tipo de obstáculo em busca de conhecimento científico superior. “A distância entre o aluno e a universidade é o primeiro obstáculo. Ou seja, os alunos universitários da região precisam enfrentar horas em viagens, feitas em ônibus sem conforto e sem segurança, no deslocamento entre seus municípios e a cidades que contam com centros de ensino superior. Isso não pode mais continuar. A educação é um direito de todos, garantido pela Constituição Federal”, lembrou.

A luta pela instalação de um Campus em Soledade está sendo encampada pela comunidade acadêmica e política das cidades de Olivedos, Cubatí, Pedra Lavrada, São Vicente do Seridó, Juazeirinho, Assunção, Junco do Seridó, Tenório, Santo André, Gurjão, Boa Vista e Pocinhos.


Fonte: Walter Nogueira

 



Escrito por pocost às 11h09
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Carta aberta aos estudantes universitários de Soledade

João Pessoa, 21/08/2011

Amigos! Estamos na luta pela implantação de um campus na região do cariri, com sede em Soledade. Sei que este projeto para alguns dos senhores é muito audacioso e que para isto nunca sairá do papel.

Iniciada no dia 02 de julho desse ano, no Twitter, essa campanha surgiu quando uma liderança política de nossa cidade tecia elogios à inauguração do Hospital Regional de Campina Grande, então pensei que estava na hora de nossa classe estudantil se unir na luta por melhorias na nossa educação superior, tendo em vista que não existem leis que auxiliem no transporte universitário e ainda as pressões que sofremos ao longo dos anos quando tentam cobrar contribuições financeiras pelo uso do ônibus.

Nos últimos meses de tanto bater na mesma tecla, muitos estudantes entraram na luta comigo e pelo Twitter conseguimos movimentar muitos políticos e até a reitora e marcamos uma reunião na câmara municipal  de Soledade e alguns amigos estudantes fizeram convites a toda sociedade, inclusive na rádio Soledade FM.

Nesta sessão especial, se fizeram presente o vice-governador e a Magnífica Reitora da UEPB e dois deputados estaduais, Adriano Galdino e Genival Matias, além das lideranças políticas locais e regionais. Fui o primeiro a falar explicando como tudo começou e em seguida os vereadores e prefeito, deputados e a Reitora, por fim falou o Vice-Governador, todos uníssonos na mesma convicção de que é possível acontecer, basta que se amplie o orçamento da UEPB em 0,2%.

O motivo da missiva é informar a alguns dos senhores que por acaso ainda não estejam sabendo da existência dessa luta, já que no dia da sessão especial, pouquíssimos representantes da classe universitária e usuários do transporte estavam presente. Fiquei a imaginar que nem todos sabiam da luta, é melhor pensar assim a pensar que muitos dos senhores não apoiam a causa por achar isto impossível.

Termino essa carta pedindo a todo universitário que envie uma cópia desta para um amigo universitário e convidando para fazer parte da luta assinando os abaixo assinados, ou participando da comunidade do Orkut, ou ainda no Twitter dando RT’s no #SoledadeUmCampuJá! Não sejamos mesquinhos, tenhamos a mente e o coração abertos para o bem de todos.

Atenciosamente,

Fernando Luiz Araújo da Costa.



Escrito por pocost às 09h45
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Apresentação de Justificativa do Campus Em Soledade, a ser proferido dia 13 de agosto.

            Exmo Sr. Presidente da Câmara em nome de quem saúdo os demais vereadores aqui presentes Exmo. Sr Vice Governador Rômulo Gouveia, Exmo. Sr. Prefeito Ivanildo Gouveia; Magnífica Reitora da UEPB Senhora Marlene Alves através de quem saúdo todas as demais autoridades presentes nesta Sessão Especial; Caros colegas que compõem a classe estudantil; Senhora minha mãe; meus conterrâneos soledadenses presentes neste plenário que recebe o nome do grande Vereador José Alves de Miranda.

            Fiz-me na obrigação de estar entre vós para poder participar de um momento tão impar na nossa cidade, quando se trata em questões estudantis, mas vim não por imposição, mas por espírito de amizade, coleguismo e amor aos meus, e a minha terra. Pois foi tomado por esse amor, que imbuíu-me de iniciar esta luta que transformou-se em projeto.

            Para tentar melhor compreensão de como surgiu essa idéia da campanha no Twitter, é preciso explicar como tudo começou: desde os idos anos de 2005, quando retornei de Brasília onde era Frade Franciscano e me alistei entre os estudantes pré-universitários, que já eram muitos, para ir a Campina Grande estudar num cursinho promovido pela UEPB aos candidatos à universidade, notei que tínhamos pela frente uma luta grande, primeiro pelo aperfeiçoamento do transporte estudantil, depois, já dentro da Universidade Vale do Acaraú cursando História via como era dispendiosa ao município levar ainda aos sábados mais uma gama de estudantes ida e volta, no mesmo veículo que levava os demais durante a semana, e pensava na sua manutenção, combustível e todos os custos para esta empreitada quase que diária, já que nos domingos o mesmo transporte costumava levar atletas a torneios de futebol na zona rural, numa eterna jornada, quase que nas estrelas...

            No passar de dois anos eu já estava indo todos os dias à Rainha da Borborema, como muitos, fazer o curso de História noturno na Universidade Estadual, chegávamos às nossas casas quando já passava das 23horas, sendo, pela caridade do condutor do veículo, deixados em ruas próximas às nossas, temendo as intempéries da madrugada. Aguentando chuva, frio, calor, sono e nos divertíamos muitas vezes, afinal somos estudantes. Como esquecer o eterno forró do busão?

            Passando assim dois anos de idas e vindas diárias, transferi meu curso para UFPB em João Pessoa em busca de trabalho, sem jamais esquecer os que ficaram na luta pela generosa descoberta do conhecimento; Sem esquecer das nossas reuniões para dialogar com o executivo, uma forma de a classe estudantil contribuir financeiramente com essas despesas, fato que eu sempre batia o pé e não concordava, chegando a propor, nesta casa, uma troca de serviços entre os estudantes e a administração, em que cada usuário do transporte prestaria um determinado número de horas semanais devolvendo assim o município e amenizando esse custo, fato que não chegou a ser concretizado e nos garantiu mais um semestre matriculados.

            Neste ano de 2011, vendo elogios tecidos à inauguração do Hospital de Campina Grande, pensei: “Por que Soledade não é contemplada com grandes obras estaduais?” E Twittei que estava na hora de nós estudantes virarmos para esta terra e parar de olhar para Campina, como dizia Milton Nascimento “Ficar de frente para o mar de costas pro Brasil, não vai fazer desse lugar um bom país!”. Estarmos eternamente dependentes da educação superior de Campina, não vai fazer com que esta terra dê seus próprios passos. E assim criei o #SoledadeUmCampusJá!

            Imediatamente os meus conterrâneos foram Retwittando a noticia e no mesmo dia, 02 de julho se deu inicio a luta sem fim, até que nossas vozes fossem ouvidas, até que nossas vozes fossem cessadas com uma resposta. Respostas que não foram demoradas, de todas as partes da Paraíba, de soledadenses que moram em outros estados e países, como os de pessoas anônimas, pessoas comuns, pessoas que cultuam as boas lutas humanas. E logo as proporções se ampliaram e os telefonemas não pararam e me diziam: “um dia vais terminar louco”, “Vá se aquietar”, “isso não é brincadeira”, “deixe de voar por entre as nuvens e de uma vez por todas esqueça de sonhar”. Mas sem esperar, as mensagens de encorajamento, apoio, solidariedade, união, força, foram capazes de me lançar cada vez mais alto nessa luta e quando dei por mim estava envolvido de tal forma que seria por demais doloroso desistir, e não desistirei.

            Muitos até confundiram as coisas, quando através do Twitter eu enviava o #SoledadeUmCampusJá a todas as lideranças políticas do nosso estado, da nossa região e da nossa cidade, diziam que estava querendo me projetar para política, que já me viam como sucessor de Dilma ou quem sabe até de Bento XVI, exagero meu. Outros tomaram a luta tão para si, depois que viram as proporções da causa, que chegaram dizer: “Deixe! Quem pariu Matheus fui eu!”. Mas não me importo, pelo contrário, me exporto! Faço deles a minha voz de ida e volta, quem ganha com a causa é o Cariri, é o Curimataú, é Soledade.

            Tantas lutas foram se incorporando junto com essa nossa, que até Cícero Lucena vai levar Ícaro Costa ao Senado, ou ainda a Zona Franca do Semi-árido voltar ao lugar de onde não deveria ter sido cogitada a sua saída, mesmo antes desta nascer. Justificando cada vez mais a nossa localização central neste pequeno grande estado “Paraíba Mulher Macho Sim Senhor”.

            Não tenho a mínima aspiração de ser com foi o grande José Américo ao criar a UFPB quando disse: “Eu vos dei sementes, outros vos darão asas e selos da perpetuidade” (ALMEIDA, 1955), as sementes já existem Magnífica Reitora! Eu apenas cutuquei a terra para que elas respirassem e alçassem a altura das grandes árvores.

            Quero o melhor para os meus! Quero para estes, o que tive, que tenho e que terei.

            Um Campus no Cariri Rômulo Gouveia, lançará nosso torrão nas páginas da academia, pois muito se produz aqui, já dizia José Américo no clássico A Paraíba e seus problemas “A terra é boa, o céu é quem não presta” devido a falta de chuva, que atualmente nem isso nos falta mais. Então, Ivanildo, o que nos falta? Tantas coisas nos faltam, tantas coisas já foram feitas... O que nos falta senhores vereadores? Um Campus, uma universidade, uma “Alma Mater” da pátria, uma academia, um lar das mentes pensantes, que ocupe os jovens e suas massas cinzentas, uma faculdade que os tire do ócio das ruas, das drogas, da prostituição e lhes dê entusiasmo para a vida e para o mercado de trabalho no futuro.

            Senhora minha mãe, aprendi com a senhora a não se omitir diante das dificuldades e injustiças, quando pequeno, via sua luta com o executivo para tirar antiga rua da lama, hoje pavimentada José Francisco de Araújo, ou ainda quando lideraste uma greve municipal dos professores na década de 1980, saibas que fiz bem meu dever de casa, não me calo e não me omito.

            Meus pares, senhores estudantes, não sejamos mesquinhos em dizer que não estudaremos mais quando este campus vier. O futuro a Deus pertence, mas podemos dizer assim: “Eu lecionarei, trabalharei, terei parte nesta história” quando ele for implantado e mais ainda, digamos: “Meus filhos e netos não precisarão mais ir a Campina Grande se arriscando para buscar o saber, temo-lo aqui no Cariri!”

            Finalizo minhas palavras dizendo e justificando essa luta, estamos num país, senhor presidente, onde o analfabetismo é quase zero, a educação infantil e fundamental é obrigatória, o Ensino Médio se faz presente em todas as cidades de nosso estado e não pode ser diferente centralizar o ensino superior, estamos vivos, queremos estudar, não deixemos cair nossa luta, “nosso hino é nossa bandeira”, contem comigo, vamos a luta, Coragem!

           

 




Escrito por pocost às 17h39
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TRANSFORMAR O SONHO EM REALIDADE!

Fernando Luiz Araújo da Costa[1].

 

Desde o dia 02 de julho quando se iniciou no Twitter a campanha pela criação de um campus na cidade de Soledade que levasse o ensino superior aos estudantes do Cariri e Curimataú paraibano, não parara as adesões e as preocupações tendo em vista a relevância da criação desse campus. Dos mais longínquos RT, os estudantes tem recebido apoio de várias personalidades políticas e da sociedade. Um reconhecimento merecido, pois dessa região do Cariri e Curimataú da Paraíba afluem diversos transportes cheios de alunos que se dirigem diariamente à Campina Grande para fazer seus cursos, retornando para seus municípios após as dez horas da noite, passando por Soledade perto de onze e meia, isso tem despertado a luta, a busca e a vontade de ser criado esse campus, já que todas as prefeituras retiram “das goelas” o recurso para manutenção e para o combustível desses meios de transporte, nem sempre novos que geralmente consomem demais peças, óleo e até mesmo o Diesel ou a gasolina, tornando quase que inviável às prefeituras a continuação semestral deste recurso.

Aos que estão do lado dos estudantes, saibam, não estão sozinhos, desde 1937 os estudantes de uniram e fundaram a UNE, mostrando ao Brasil desde períodos ditatoriais, como na luta pela democracia, bem ainda na retirada de presidentes uma organização, união, militância, verdade e amor ao Brasil.

Queremos nos ”UNIR” a todos os estudantes do Cariri e Curimataú na luta em prol desse campus, seja na militância virtual, como no tête-à-tête, nas ruas, nas panfletagens, apitassos, plenárias, debates e demais manifestações pacíficas na luta para tornar esse sonho uma realidade.

 



[1] Soledadense, Acadêmico do curso de História da UFPB, Sócio Fundador da Fundação Cultural Casarão Ibiapinópolis, Sócio Honorário do Instituto Histórico e Geográfico do  Cariri Paraibano.

 



Escrito por pocost às 11h15
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  Padre João Batista: 40 anos a serviço do povo de Deus.

 

            Neste ano a Diocese de Campina Grande, em especial a Paróquia de Sant’Ana de Soledade, se alegram pelo aniversário de 40 anos de Ordenação Sacerdotal do Padre João Batista da Silva, filho natural de Caiçara e atualmente vigário paroquial em Soledade. Desde cedo o menino Batista, como era chamado em casa, se destacava na liderança e compromisso individual pelos estudos, por isso desde tenra idade foi auxiliado no caminho da vida pelo conterrâneo, seu amigo e pai espiritual Epaminondas José de Araújo (Bispo Emérito de Palmeira dos Índios) cuja amizade o aconselharia a seguir na vida sacerdotal. Estudando seus primeiros anos no Colégio Alfredo Dantas e Pio XI em Campina Grande, depois no seminário Arquidiocesano da Paraíba, logo após a determinação do Cardeal D. Eugênio Sales, (no final da década de 1960) que todo seminarista podia estudar em qualquer seminário, foi matricular-se em Salvador junto à Ordem Franciscana no curso de Teologia e fez estágio pastoral nas palafitas com a Beata Irª Dulce. Retornando à Diocese de Campina Grande, sendo Ordenando em Serra Branca pelo Bispo Diocesano D. Manoel Pereira da Costa em solene liturgia no dia 02 de julho de 1971. Devido os estado de saúde de Monsenhor Virgílio Stanislau Afonso (Padre Ginu), o Padre João é enviado como vigário cooperador de Soledade e Juazeirinho, permanecendo assim até 18 de outubro de 72 quando veio a falecer o referido pároco. O neo-secerdote João Batista tinha agora nas mãos a direção de uma paróquia tridentina e necessitada das novas luzes do Concílio Vaticano II, que a muito custo foi sendo implantado pastoralmente. Um fato que ficou na história de Soledade foi o impacto das decisões conciliares com alguns do povo, como Ginu Castor que não aceitando a retirada de duas colunas laterais do altar-mor que dificultavam à visão dos que participavam das liturgias “verso popoli” (Voltadas para o povo) nas capelas laterais, enfrentou com palavras grossas e desaforos o padre, chegando até a ameaçá-lo de morte. Grandes transformações foram trazidas a Soledade durante os primeiros dez anos de zelo apostólico do Batista: construção do Salão Paroquial Senhora Sant’Ana, implantação do curso de capacitação de catequistas e agentes pastorais para Grupos de Crisma, Casais e Batismo, formação da primeira turma de Ministros Extraordinário da Eucaristia, implantação de cânticos em português, formação política e social para os paroquianos, realização de assembleias paroquiais que duravam três dias e ainda o fato que mais identifica a vocação de Padre João, a criação dos encontros vocacionais que atendiam vários jovens não apenas da Diocese, mas de outras Dioceses de outros Estados, chegando a acolher na Casa Paroquial mais de 20 jovens de uma vez. Foi durante os anos de seu governo que o missionário Frei Damião veio a esta terra por mais de 5 vezes. Nossa Paróquia de Soledade fica aos cuidados deste sacerdote até setembro de 1991 quando é transferido para cidade de Boqueirão e depois Fagundes, Barra de Santana e por último já no século XXI retorna esta terra que nunca o esqueceu e ele também nunca deixou de lado nossas festividades de 26 de julho. Tendo sido agraciado nos anos de 1980 com o título de Cidadão Soledadense, Padre João faz Jus ao nome e ao título, nunca se ausentando mais de um ano de nossa terra, criando grandes laços de amizade ao longo dos anos.

            Só temos que agradecer ao Bom Deus pelo dom da vida e pela vocação deste pequeno grande sábio, pai de muitos, padrinho de tantos, amigo de alguns e temido pelas suas palavras que ora apedrejam, ora afagam. Obrigado Padre João pelos serviços, pelo apoio, pela amizade, pela vida dedicada à vinha do Senhor. Conte sempre com nossas orações.

           



Escrito por pocost às 11h47
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Partindo do pressuposto “Prioridade”, temos que nos questionar enquanto munícipes e preocupados com nossa cidade. Será que todos os nossos anseios estão sendo ouvidos? O que realmente temos pedido ou colocado como prioridade para nossa terra? E o que tem sido feito é realmente nossa necessidade ou sonho de gestor? Penso nisso porque me é claro que nunca se tinha pensado em Soledade a implantação de um Campus de universidades (para muitos uma utopia) ou ainda na construção e ou melhoramento da nossa Fundação Médica Hospitalar. Tenho notado por diversos governos, desde que retornei àquela cidade que muitas lideranças políticas locais se satisfazerem com realizações do Governo Estadual em outros municípios, mas não usam do nome Líder para trazer recursos, novidades, implementações e criações na sua terra. Foi notadamente ridículo ainda nesse mês de julho quando se deu a inauguração do novo Hospital Regional de Campina Grande, nossas lideranças tecendo rosários de elogios sobre tal e não aproveitando o ensejo para fazer às vezes das vozes da Terra de Ibiapinópolis. Por isso, inconformado, dei início no último dia 02 no Twitter com o tag #Soledadeumcampusjá uma campanha mostrando não aos estudantes que já conhecem, não aos de fora já que não residem em Soledade, mas aos nossos líderes, aos nossos gestores e ex-gestores a atual situação de nossos universitários todos os dias à Campina Grande, ainda sob ameaças de cobrança de contribuições mensais, ou a retirada do transporte, dando a entender que ser estudante é um peso ao bolso do erário, sem reconhecer o estudo como solução para nossos grandes problemas e futuro do nosso povo. Temos que parar de ser, parafraseando Milton Nascimento “Ficar virados para o Mar, de costa pro Brasil, não vai fazer desse lugar um bom país”, ficar vendo as benfeitorias do Governo nas outras cidades, sem questionar a extensão destas à Soledade, não vai fazer de nossa terra um lugar grande, augusto, progressista. Temos que ver Soledade como algo que necessita de Prioridade. Gosto muito de perguntar: se é útil ao povo a construção de um campus ou a ampliação do hospital ou do presídio público fora da zona urbana? Ou a construção de um parque de Eventos útil à cultura? Não estou fazendo juízo de valor, nem questionando o mérito de nada, mas trazendo à Baila o significado da palavra PRIORIDADE



Escrito por pocost às 21h04
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Diante da demanda atual que o município de Soledade tem de estudantes que se dirigem à cidade de Campina Grande para cursar o nível superior em universidades; tendo em vista a política de interiorização das Universidades Públicas; Entendendo bem a prática do Universidade Para Todos; ainda para desafogar as despesas do herário municipal de Soledade com gastos de transporte universitário e o constragimento que os estudantes sofrem com ameaças de suspensão do mesmo veículo, eu Fernando Luiz Araújo da Costa, 29 anos, brasileiro, solteiro, filho natural de Soledade na Paraíba, estudante do curso de História na UFPB e residindo na Capital deste Estado encaminho a todos os políticos paraibanos, particularmente ao Senhor Governador Ricardo Coutinho e ao Senador Eleito Cássio da Cunha Lima a extrema necessidade que os estudantes desta minha terra Soledade, tem de ser edificada em terras soledadinas um campus da UEPB que atenderá nos mais diversificados cursos que forem implantados ao longo dos semestres não apenas os estudantes de casa, mas ainda aos filhos de municípios como: Juazeirinho, Gurjão, São João do Cariri, Olivedos, São Vicente do Seridó, Cubatí, Boa vista, Pocinhos, Tenório e tantos outros da região do Cariri e Curimataú. Já tenho manifestado diversas vezes essa necessidade aos políticos locais, recentemente iniciei no Twitter uma campanha com o #Soledadeumcampusjá e muitos estudantes se solidarizaram. Meu intuito não é político, mas justo e democrático. Inclusive existe um terreno de boa qualidade, localizado a Nordeste da zona Urbana, banhado pelas águas do Açúde Dos Negrinhos, pertencente a Prefeitrua Municipal desta cidade que pode ser usado na construção deste campus. Coloco-me a inteira disposição como um soledadense preocupado com nossa juventude fora de sala de aula e como um social democrata quero ajudar a transformar não apenas a cara do meu país, mas antes, do meu estado e da minha cidade. João Pessoa, 05 de julho de 2011.



Escrito por pocost às 21h35
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Boicote ao forró do ônibus estudantil Antes se permitia fazer a última viagem do 1º semestre entre Soledade e Campina Grande ao som de um delicioso forró pé-de-serra. Os estudantes se organizavam, pediam um sanfoneiro, pagavam a ornamentação do veículo, preparavam os petiscos e bebidas e seguiam pela BR-230 até a Rainha da Borborema cantando e dançando, agradecendo a São João o fim de mais um semestre letivo e isso tudo sobre os olhos atentos do secretário de Educação e do prefeito. Neste ano, ao se intensificarem os debates sobre a contribuição dos mesmos usuários do ônibus estudantil, não se dispõe e não se valoriza essa festa particular dos amigos. A PMS não alega uma justificativa justa? Será que fica pesado ao erário municipal pagar a um trio de forró para fazer os estudantes mais felizes? Será que a contribuição é insuficiente para auxiliar os estudantes? Seria mesmo uma perseguição? Não acredito nisto vindo de um governo tão democrático, tão ouvinte das necessidades de seu povo. Mas fico a me questionar, queria ouvir o senhor prefeito, suas posições, suas teorias... Mas não se justifica dizer que não faz parte de nossa cultura essa realização micro, que não é permitido dançar na viagem, ou ainda cantar... Ajude a realização particular dessa festinha estudantil prefeito, se lembre dos tempos que foi estudante. Deixe o povo ser feliz. E viva São João!



Escrito por pocost às 11h38
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  UEPB no Seridó já!

Lendo o blog de Heleno Lima, hoje dia 23/05, fiquei surpreso com a notícia que o representante do governo em Juazeirinho pediu ao Governador, durante a solenidade do orçamento democrático, um campus da UEPB que iria possibilitar uma maior comodidade aos estudantes da região do Seridó, Cariri e Curimataú. Isto me fez lembrar o tempo em que militava em defesa dos estudantes universitários de Soledade, que sofriam apertos sobre o transporte escolar até Campina Grande. Quando se tentava resolver pacificamente a questão da cobrança de uma taxa financeira eu dei o exemplo de recorrer a três soluções que já citei em artigo anterior. Ao tratar de resolver a longo prazo a questão, dei o exemplo de procurarmos nossos representantes, afim de buscar junto ao governo federal e estadual a construção de um campus universitário no município. Fui chamado de idealista, utópico, sonhador, sindicalista. Que nunca iriam olhar pra Soledade... Vejam a situação de Juazeirinho. Parabenizo quem teve essa coragem! É preciso ir buscar, procurar, pedir, mas esses homens já estão acostumados com nosso silêncio e por isso não tem o costume de nos ouvir. Tomara e rezo a Deus que Soledade também seja presenteada com a vinda das escolas técnicas e de universidades. Fernando Luiz Araújo da Costa, acadêmico do Curso de História da UFPB.



Escrito por pocost às 18h14
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